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quarta-feira, 17 de abril de 2013

Capitulos cinco ao oito de Do Not Forget Me





CAPITULO CINCO

Um mês depois...

Anne Marie saiu apressadamente de casa. Estava atrasada para o colégio. Era seu primeiro dia no colégio de Brighton e seu ultimo ano em um colégio. Faltavam apenas alguns dias.
O colégio era próximo, então ela podia ir a pé.
-Ora ora, olha quem encontramos aqui! – uma voz disse à Anne Marie.
Anne virou-se para a casa ao lado e viu, em sua varanda, um menino.
-Daniel! – ela disse abraçando o garoto.
-Anne! É, parece que o destino foi bonzinho com você. – ele disse rindo.
O menino estava de pijama, com uma caneca de café, encostado na porta.
Anne Marie apenas sorriu tímida.
-Desculpa Daniel, mas eu tenho que ir mesmo. Eu queria ficar, mas estou muito atrasada!- Anne disse com medo da reação do menino.
-Ah claro! Vemo-nos por ai. – ele disse vendo Anne sorrir como resposta e correr em direção leste.


Anne chegou, finalmente, ao tal colégio.
Sabia onde era sua sala, seguindo para a mesma.
-Senhorita Willians? – um senhor com um óculos na ponta do nariz disse ao ver Anne entrar na sala.
-Isso mesmo. Anne Marie Willians. Prazer. E você é o...
-Professor Adams. Sou professor de matemática. Pelo visto você é nova aqui em Brighton. – a menina assentiu. – Se assente, não tolero atrasos, mas como é seu primeiro dia, concederei. Pode fazer dupla com a senhorita Evans.
Anne olhou para a turma com um sorriso tímido, vendo uma menina morena acenar para ela.
Seguiu até essa menina.
-Olá. Sou Emily Evans.
-Anne Marie Willians. – Anne disse assentando-se ao lado de Emily.
-Então turma, como vocês aprenderam já, a noção de cálculos diferenciais pode ocorrer... – senhor Adams dizia.
Anne não tinha com oque se preocupar, já aprendera essa matéria em Oxford.
Ah, que saudade de Oxford Anne Marie tinha. E nem se passara um mês direito...!

-Anne! Anne! – Emily gritou.
Anne se virou para trás e viu Emily.
-Hei! – Anne disse. Ela estava realmente entrando no espírito de “felicidade”.
-Ei! Então, quer ir lá pra casa fazer o trabalho de matemática?
-Porque você não vai lá pra casa? – Anne perguntou.
-Claro! – Emily disse.
-Você vem agora ou depois? – Anne perguntou.
-Agora? – Anne apenas concordou.
As duas seguiram para a casa de Anne Marie, conversando sobre tudo. Desde o nome do primeiro animal de estimação até roupas preferidas.
Chegaram à casa de Anne e foram fazer o tal trabalho.
Tempo depois Anne Marie escutou a campainha tocar.
Nem sua mãe nem Filipe estavam em casa. Chegavam apenas à noite.
-Já volto. – Anne disse. Indo em direção à porta, a abrindo.
-Er... Oi! – viu Daniel, na porta.
“Ele está mais lindo que sempre!” Anne pensou.
-Oi! Er... Quer entrar? – Anne disse dando espaço para que Daniel entrasse.
O mesmo entrou na casa.
-Eu queria saber se você podia me ensinar a fazer algo. – ele dizia tímido. – Eu estou totalmente sem nada pra comer e, as únicas coisas que tem lá em casa é farinha, leite e chocolate. E, eu só recebo dia 20 agora...
-Ah claro, é que tem uma ami.... –Anne ia dizendo mais foi interrompida por Emily.
-Er... Então Anne, minha mãe me enviou uma mensagem falando que minha avó de Boston chegou. To indo, beijo – Emily disse dando um beijo na bochecha da amiga. –Oi! – disse para Daniel.
-Oi. – o garoto disse.
Anne Marie e Daniel viram Emily dobrar a esquina e voltaram a se encara.
-É agora eu posso ajudar você. – Anne disse e os dois seguiram para a casa ao lado.
-É, Anne? Não percebe a bagunça não, é que eu sou... Hum... Um garoto... ? !
-Calmo Daniel, não pode estar tão ruim assim! – Anne disse entrando na casa. – Retiro oque eu disse.
A casa de Daniel era totalmente diferente do que Anne pensava. Videogame, TV de plasma, roupa pra todo lado, Anne até viu uma boxer, que Daniel viu que a amiga viu aquilo e corou violentamente.
Um Golden Retriever entrou no ambiente balançando o rabo.
-Ai que fofo! Você tem um Golden?
-Aham.
-Como se chama? – Anne perguntou acariciando o animal.
-Spike. – Daniel disse indo até os dois.
Anne Marie saiu do transe que estava com o Golden e andou até a cozinha, que estava totalmente bagunçada.
-É que eu tentei fazer um bolo... Não deu muito certo, por isso fui pedir sua ajuda. – ele disse coçando a nuca.
-Entendo...
-Então, por onde começamos? – Daniel perguntou.
-Pelo supermercado – Anne Marie disse decidida.
-Vamos? – Daniel disse e os dois seguiram para o supermercado mais próximo dali.
Anne descobriu muito sobre Daniel. Os pais eram separados. Tinha uma irmã mais nova, Samantha. O avô paterno participou da ultima guerra mundial, em 1945, e muitas outras coisas.

CAPITULO SEIS

Depois de muita diversão no supermercado, e claro, compras, os dois voltaram para a casa de Daniel, com milhares de sacolas nas mãos, rindo muito.
Conseguiram fazer um bolo decente.
-Agora a única coisa que falta é arrumar essa bagunça. – Anne Marie disse.
-Não Anne! – Daniel dizia fazendo manha. – É muita coisa, vai por mim.
-Não é só a cozinha que eu falo. Eu falo a casa TODA!
-Piorou! – Daniel disse fingindo chorar. – Já são quase sete da noite. Vamos descansar! Please!
-Não, não e não! Você pode descansar, mas eu vou arrumar essa bagunça toda que o senhor ai – ela dizia apontando para Daniel. – conseguiu fazer em menos de uma semana!
Daniel riu e abraçou a amiga.

Anne Marie estava terminando de guardar as roupas de Daniel, quando sentiu dois braços quentes e fortes envolverem sua leve cintura.
-Sabia que você é extremamente linda? – Daniel disse virando-a para si.
Anne Marie não sabia oque fazer. Não em uma situação como aquela.
Anne Marie ia se pronunciar, mas sentiu os lábios macios de Daniel sobre os seus.
Anne envolveu seus braços pela nuca de Daniel, intensificando o beijo.
Depois de alguns minutos, talvez vários minutos, Anne partiu o beijo.
-Eu tenho que ir. – Anne apenas disse isso e saiu da casa de Daniel indo para a sua.
-Anne espere! Eu não fiz de propósito! – Daniel disse indo atrás da menina, mas apenas oque recebeu foi uma porta batida na própria cara.

Anne Marie chegou a casa chorando. Não sabia bem o porquê disso. Desde que conhecera Daniel, teve uma leve quedinha por ele, e agora, que ele a beijara ela recusava?

CAPITULO SETE.

-Porque ele me beijou Jenny? Será que aquelas meninas que entram e saem todo dia da casa dele não serve não? Tinha que ser eu? E eu também sou uma idiota! Porque eu fui lá? – Anne dizia desesperadamente no telefone.
-Calma Anne! Foi só um beijo! – Jennifer dizia calma.
-Desculpa amiga, mas tem outra ligação. Depois te ligo, beijo.
-Beijo. – Jennifer disse, desligando.

-Alô? – Anne Marie disse.
-Senhorita Willians? – uma voz feminina disse.
-Sim, quem deseja? – Anne perguntou confusa.
-Aqui é do hospital St. Mary’s. Ligamos para avisar que seu pai, John Willians, infelizmente não aguentou todos os medicamentos e faleceu. Meus pêsames.
-Oque? Deve ser um engano! Ele estava bem até mês passado! –Anne disse desesperada.
Lágrimas iam formando no rosto da mesma.
-Anne Marie Willians, seu pai é John Willians Albuquerque, certo? – a mulher perguntou.
-Isso...
-Então não houve engano nenhum.
-Mas...
-Eu sinto muito senhorita Willians, mas tivemos que avisa-la. A senhorita vai poder comparecer no hospital?
-Claro. –Anne disse chorando.
-Ok. Obrigada. Passar bem. – a mulher disse e desligou.

Passaram-se alguns minutos desde que o hospital ligara avisando que o senhor Willians morreu. Mas Anne continuava chorando intensamente.

-Querida? Filha, cheguei! – Katherine disse subindo as escadas.
Katherine costumava chegar do emprego junto ao filho, Filipe, que vinha da faculdade.
-Anne Marie oque aconteceu? – Katherine perguntou preocupada.
Anne Marie apenas chorava.
Katherine se aproximou da filha, onde viu o telefone no chão com 17 minutos e 49 segundos de conversa. Pegou o mesmo, vendo que não tinha ninguém na linha, desligou.
-Anne, se acalma! Oque houve? – Katherine acariciava os cabelos ruivos da filha.
Filipe apareceu na porta do quarto, apenas observando.
-O papai... O papai... – Anne dizia entre soluços pesados.
-Oque tem seu pai? –Filipe perguntou.
-Ele... Ele... – Anne não aguentou. Desabou em choro.
-Calma! Calma! – Katherine dizia. Sabia que o marido tinha falecido. O hospital ligara mais cedo a ela. Mas Katherine não se importava muito. Tinha chorado muito por John sem necessidade. O amor tinha acabado entre os dois.
-Nós já sabemos. – Katherine disse.
-Sabemos oque? Eu não sei de nada! – Filipe disse.
Katherine apenas o olhou e, Filipe entendeu o olhar da mãe.
CAPITULO OITO


Dias depois...


“Eu precisava fugir. Precisava fugir daquela prisão que me prendia em meus piores pesadelos: a morte de alguém amado e o inicio de uma paixão.” Anne Marie escrevia em seu diário. Já fazia dias em que ela não escrevia no mesmo.

Continua...

N\a: Entãao gentee, é o seguinte, eu só escrevi ate ai ainda. É, eu sei, to muito preguiçosa, maaas, a escola nao ta deixando né?! entao, quando eu escrever o próximo capitulo eu posto ok?! :))
beijinhos

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